sábado, 7 de novembro de 2015

Carolina

Conheço uma Carolina
Que às vezes parece filha
às vezes ela é irmã
às vezes me põe no colo
me adota e faz vezes de mãe.

Essa minha Carolina
Tem olhos pequenininhos
A risada é esquisita
Quando ri ela toda se agita
E parece criança que quebrou copo e saiu correndo.

Às vezes Carolina fica triste
Pouca gente imagina
É que essa minha Carolina
É menina forte e aparecida
Mas o peso do mundo às vezes afeta a Carolina.

Mas, ô, Carol, não fique triste!
Porque às vezes, minha irmã-mãe-e-filha,
A gente vai chorar e pensar que o mundo está perdido
Mas os teus cabelos de Deusa do Sol ainda continuarão brilhando de manhã.

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