domingo, 18 de novembro de 2012

De mundos, de outrora e de amanhã.

Pedidos em meio a músicas
que nunca havia escutado
não com os ouvidos dessa existência.
Aceito, como já aceitara antes,
e te preparo presentes.

Hoje o dia amanheceu cabisbaixo.
Seu cabelo, geralmente azul, acordou branco.
No topo da cabeça do mundo, o céu,
havia nuvens grisalhas.

Uma tremedeira tomou as árvores-mãos, de leve.
Nada suficiente pra levar vagas tristezas fantasmagóricas embora
Mas se criarmos um paraíso de grama, veja bem, meu amor
tudo de desfaz na nossa dança tímida.

O hospício pegou fogo, nós saímos dele.
Estamos rodando o mundo sem sair do lugar (por enquanto).
As poesias fazem e fizeram sentido
continuarão fazendo, porque é assim nosso mundo.

Tempos atrás, passava esses dias muito mais triste.
Hoje sei que te vejo amanhã.
Na época nem sabia se ia voltar a te ver de novo.
Alegra-me saber que passamos da linha,
e que posso brindar loucura, amor e infância do teu lado.