sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Épico

Conforme o prometido (a você, Anselmo), a tradução do poema do post anterior.

"Épico"

Venha. Seja protegido pelo abrigo de meus olhos.
Seja cingido pelos rios de minh'alma;
Seja um companheiro para meu coração verde -
O único com as folhas crescidas.

Tente. Entenda que você não está sempre certo.
Veja através de meu lago profundo - os castanhos olhos meus -
E assista a sua própria criação.

Aguarde. Envelheça um pouco e verá
O quanto mais tempo eu tenho esperado para estar,
Para ser aquela em seu caminho de fumaça e problemas.
Você não é o Ancião que finge ser.

A bruma turva e embaçada de seus olhos,
As luzes coloridas que deles emanam, insípidas,
Elas não refletem sua alma amargudara
Ou mesmo sua rebeldia injustificada.

1 comentários:

Victor A. Costa disse...

até me senti importante, haha
Lindo ana, como seus olhos

Postar um comentário